A escritora Tomi Adeyemi, autora da trilogia Filhos de Sangue e Osso (Children of Blood and Bone), fez duras críticas à adaptação cinematográfica de sua obra. Em uma publicação no Tik Tok, a autora revelou que deixou o set de filmagens “hiperventilando e chorando” e classificou a experiência como “a pior coisa que já precisou viver”.
Segundo Adeyemi, a produção do filme foi extremamente desgastante emocionalmente e ela ainda está lidando com as consequências da experiência. A escritora afirmou que não pretende comparecer à estreia do longa e declarou que não quer mais ouvir falar sobre a adaptação.
Embora tenha desabafado sobre os bastidores, a autora não detalhou exatamente o que aconteceu durante a produção nem apontou nomes de pessoas envolvidas. Até o momento, Paramount Pictures, a diretora Gina Prince-Bythewood e os representantes do filme não comentaram as declarações.
Baseado no best-seller lançado em 2018, Filhos de Sangue e Osso acompanha Zélie Adebola, uma jovem que luta para restaurar a magia no reino de Orïsha após ela ser erradicada por um governo tirânico. O livro deu origem à trilogia O Legado de Orïsha e se tornou um fenômeno editorial, permanecendo por semanas na lista de mais vendidos do The New York Times.
Apesar da polêmica, a adaptação segue programada para chegar aos cinemas em 15 de janeiro de 2027. O filme é dirigido por Gina Prince-Bythewood e conta com um elenco estrelado formado por Thuso Mbedu, Amandla Stenberg, Damson Idris, Viola Davis, Idris Elba, Regina King, Chiwetel Ejiofor, Cynthia Erivo e Lashana Lynch.